SAF Cerrado 2025

Page 13 of 50 · WEF_SAF_Cerrado_2025.pdf

Risco Impacto Salvaguardas Mitigação Referências Baixa capacidade institucional para lidar com riscos e salvaguardas- Má gestão de riscos - Não atendimento das salvaguardas - Ausência de monitoramento dos impactos A empresa implementadora deve ter capacidades institucionais (equipe, recursos, processos) instaladas para garantir a análise e gestão de riscos e salvaguardas.- A empresa implementadora deve prever e computar nos custos do projeto o dispêndio com os mecanismos e processos para garantir a capacidade institucional. Princípios do Equador TNC, Proposta de Diretrizes Brasileiras de Boas Práticas Corporativas com Povos Indígenas Problemas no manejo dos SAFs - Vulnerabilidade a pragas, queda da produtividade - Perda do investimento e da produção - Desistência/ desânimo por parte do produtor - Gastos não previstosDeve-se garantir que haverá meios para o manejo do SAF, incluindo conhecimento, mão de obra e equipamentos. Os sistemas devem ser construídos COM os produtores e não PARA os produtores. - O projeto deve ser elaborado em conjunto com os produtores, atentando para as condições edafoclimáticas locais, mão de obra disponível, logística, possibilidade de mecanização etc. - A escolha das espécies e estratos, irá definir o grau requerido de manejo, e as atividades necessárias. - Para modelos de parceria: atentar que as responsabilidades estão claras e que o produtor possui meios para executar. Optar por atividades verificáveis e manter presença em campo. - O SAF deve ser implementado por atores com experiência e receber Assistência técnica com presença frequente em campo. Crucial zelar pelas boas práticas de plantio (Consultar ICRAF 2016 e ROAM (Anexo I)). Pode-se pensar em criar um Guia de Boas Práticas com os produtores. - Acordos e comunicação claros prévios com os produtores e demais implementadores sobre a responsabilidade dos custos e do manejo. - Utilização de ferramentas para diagnóstico: ROAM (IUCN, WRI), LDSF e LUMENS (ICRAF).ICRAF: Guia Técnico Poluição por resíduos das operações e uso inapropriado de defensivos - Poluição do solo e corpos hídricosA implementadora deve sempre buscar diminuir a geração de resíduos de suas operações, principalmente os inorgânicos e de difícil decomposição. Deve estabelecer um Protocolo de Manejo de Resíduos e instruir os funcionários. Deve ser acordado com os produtores sobre o uso de insumos e defensivos, e sempre observando o que estabelece a legislação. E deve prever e evitar impactos adversos na saúde da comunidade afetada, durante o ciclo de vida do SAF.Devem ser auferidos os riscos e impactos no ambiente natural e na comunidade afetada. Medidas de mitigação e compensação devem ser estabelecidas com base em boas práticas do setor. Devem sempre ser priorizados os insumos químicos de menor toxicidade ao meio ambiente e à saúde humana, com efeitos mínimos sobre as espécies não visadas. Estes devem ser armazenados devidamente e não utilizados por funcionários sem treinamento.FAO ESS 2 – Resource efficiency and pollution prevention and management IFC, Padrão de Desempenho 3, Eficiência de Recursos e Prevenção da Poluição IFC Padrão de Desempenho 4, Saúde e Segurança da Comunidade Mau uso dos recursos hídricos - Sobreutilização dos recursos hídricos e consequente stress hídricoO projeto deve se basear em princípios e técnicas de uso eficiente dos recursos naturais e com atenção a capacidade de suporte do ecossistema.O projeto deve contar com análise de riscos ambientais e rotina de monitoramento do uso de recursos naturais. Devem ser auferidos os impactos sobre os recursos naturais e medidas de mitigação e compensação, se necessário.FAO ESS 2 – Resource efficiency and pollution prevention and management IFC, Padrão de Desempenho 3, Eficiência de Recursos e Prevenção da Poluição Capítulo 2: Salvaguardas para SAFs | 13 Sistemas Agroflorestais: Salvaguardas no contexto brasileiro e Viabilidade Econômica no Cerrado
Ask AI what this page says about a topic: